Ae pessoal! Depois de ficar um tempo sem escrever por falta de tempo (e de saco), venho aqui continuar a minha aventura. Agora eu decidi cozinhar sempre, eu senti que eu tava emagrecendo comendo aquela comida chata da cantina e agora tenho comido altos arroz, feijão, frango, peixe, macarrão. O que dá na telha ou eu falo com minha Mamis na webcam e pergunto como faz ou eu consulto o pai dos burros (Google).
E não é que eu to virando um bom cozinheiro? Pois é! Altos indianos me dizem que minha esposa vai ser muito feliz. Eita povo que só pensa em casar hein? Enfim. Agora invés de me surpreender todo dia com uma comida nova (não tenho visto mais nada novo e enjoei enjoando de tudo ali), agora estou surpreendendo os indianos todo dia com minha comida brasileira. Só por exemplo, como o meu astral mudou completamente, assim que eu comi meu primeiro almoço de feijão, arroz e frango empanado, putz! É como se eu tivesse mudado de vida! Eu passei uns poucos dias comendo só arroz puro no almoço, aquilo não estava me fazendo bem.
Bom, vamos ao fim de semana o qual eu pulei e não escrevi nada ainda. A história interessante que tenho pra contar é que recebi na minha casa dois dos meus melhores amigos aqui (mais pra frente vou descrever pra vocês quem são esses meus melhores amigos aqui) o peruano Fabrício e o indiano Kishor. Este último trouxe uma garrafa de whisky pra agente beber. Tomamos umas cervejinhas aqui e um pouco desse whisky e fomos para uma boate. Lá encontramos todos os outros da nossa comunidade AISEC/ACE program. Foi muito divertido, tinha futebol passando na televisão (invés de cricket, graças a Deus!). Na volta ficamos no meu apartamento conversando muito eu, o Kishor, um amigo nosso do escritório (outro indiano), Wilmar, colobiano, Fabrício e Natália, colombiana. Discutimos e filosofamos altas coisas, até sobre nós latino-americanos que não sabemos uma vírgula dos termos católicos em inglês. Nenhum de nós não sabe nem como se reza em inglês. E é estranho por que na Bíblia eles usam termos de inglês arcaico e nem eu nem os outros latino-americanos fazemos ideia. Bom, rolou outras discussões interessantes, cada um com seu sotaque inglês diferente, mas todo mundo se entendendo!
Também estava com agente a namorada do meu colega de apartamento. Uma canadense negra que sonha em um dia ir na Bahia! Eu dei todo o apoio do mundo e disse pra ela que a Bahia é um lugar especial. Além de ser de onde minha mãe veio eu realmente gosto do astral daquela terra.
Fato que não devo deixar de acrescentar é a folga do meu colega de apartamento, o Tiburce, de Benin, África. Agente deixou a garrafa de whisky na mesa da sala e o cabra safado bebeu um bocadão e foi dormir, enquanto estávamos na rua! Pensem que eu fiquei barriado! E ele nem pediu desculpas pro indiano (aaah se fosse eu que tivesse pago pela garrafa eu ia dar a peste!). Muito folgado esse meu colega de apartamento.
Bom, na outra semana na sexta-feira fui pra uma boate acompanhando toda nossa turma AISEC/ACE program. Antes disso devo contar-lhes que temporariamente veio morar aqui uma menina da Polônia que arranha no português e fala espanhol perfeitamente! A Olga. Muito gente fina ela. Então na minha casa recebi além da minha nova colega de apartamento, a brasileira Amanda, que veio pra provar da minha macarronada e brigadeiro. Uma chicleteira de Vitória-ES que curte algumas músicas do Iron Maiden (vá entender!). Se bem que no meu notebook eu tenho Cazuza, White Snake, Júlio Nascimento, Helloween, Iron Maiden, Alceu Valença, assim, uma coisa totalmente haver com a outra (vá entender!). Recebi aqui além dela o Fabrício e o mexicano Marcos.
Enfim, foi bem legal e agente saiu de uma boate (porque eles já iam fechar, um pouco mais de meia-noite) pra outra. O engraçado foi ver altas indianas (boazinhas bagarai) em altas fantasias descendo do andar de cima. Provavelmente algum indiano riquinho tava fazendo uma festa a fantasia no andar de cima dessa boate.
No sábado à tarde fui pra Churchgate encontrar com o povo pra comprarmos os tickets do trem pra Goa. Um estado muito menor que Sergipe que fica ao sul de Maharashtra (esse estado aqui onde fica Mumbai). Vai rolar um feriadão e agente vai aproveitar pra ir lá, jogar bola, tomar cerveja a Rs. 30/- (R$1,00 e uns quebrados) e falar português! (Goa é um estado com altíssima influência portuguesa). Tá ótimo, vai ser muito massa.
Lá eu almocei com todo mundo e ainda comi um pouco de um hamburguer de carne (droga, quebrei minha promessa de não comer carne na Índia!). Lá também chegou mais um brasileiro do Rio de Janeiro pra se juntar à nossa comunidade AISEC/ACE program, estamos dominando isso aqui!
À noite saí com meu amigo indiano Kishor, ele trouxe de novo uma garrafa de whisky, dessa vez eu bolei um plano maligno de colocar Ice Tea com pimenta na garrafa vazia e largar pra ver se o folgado tomava, mas o indiano me convenceu a não fazer a brincadeira. É, ele tinha razão e eu deixei pra lá. Aí fomos com uma turma de indianos, até andei um pouco num Corolla playboy (digaí, nunca andei de Corolla playboy em Aracaju, mas na Índia né).
Eu fui até um clube com esses caras e foi assim, um dos caras que trabalham no meu escritório foi lá convencer o cara pra agente entrar sem mulher. Aqui clube tem uma história que você tem que entrar com mulher pra entrar de graça. Aí você pensa que é pra poder rolar a maior pegação lá dentro. Que nada! Fica um bando de indiano dançando igual leso e você não vê um raio de pessoa se pegando. Aí ele conseguiu botar agente pra dentro porque ele é amigo do gerente. Já dali fomos pra outro club e foi engraçado porque esse mesmo cara levou uma meia hora e nada de conseguir botar agente pra dentro. Aí eu já tava todo me achando né, cheguei e me meti na conversa. "Amigo, eu to aqui, meus amigos e eu queremos entrar pra tomar nossa cerveja, vamos gastar algum dinheiro, vai ser bom pro clube, é mais vantagem pra vocês deixar agente entrar", coisas do tipo, ele me respondeu que precisa ter 25 anos pra beber no clube, aí eu respondi "Você acha que alguém no meio dessa multidão vai parar pra olhar meu passaporte? Por favor!". Num foi nem 5 minutos de papo furado com o segurança e ele botou agente pra dentro. Ué, eu só fiz mandar o naipe sincero! Bom depois fui terminar a noite na casa dos caras comer salgadinho picante e tomar só mais um pouquinho de Kingfisher que ninguém é de ferro né.
Pessoal, agora parte atemporal. Vou lhes contar quem são os meus amigos mais próximos aqui, os indianos e os estrangeiros. Além dos brasileiros Eliabe e Amanda.
Kishor (Indiano) - Trabalha no mesmo complexo que eu, no projeto da Siemens. Muito gente fina, só é meio gago no inglês, mas é brother. Gosta de se divertir comigo e já estamos armando altos esquemas pros fins de semana. O que eu gosto nele é que ele parece ter o sexto sentido bem aguçado. A frase favorita dele quando vai falar comigo é "do one thing: ..." (faça isso:). Ele fala isso direto.
Nikhil (Indiano) - Trabalha no mesmo complexo que eu, pega o mesmo ônibus e faz academia comigo. Já foi no Brasil, volta e meia tá com a camisa da seleção e é muito gente boa. Tá aí pra me ajudar no que der e vier e todo dia eu converso com ele na volta no ônibus. Já falei do Brasil com ele até enjoar.
Aditi (Indiana) - Trabalha no mesmo escritório que eu, Chrysler. Muito gente boa, é minha companhia no almoço junto com alguns outros colegas e me ajuda muito. Ela anda muito comigo no dia a dia, além de pegar o mesmo ônibus que eu. Odeia doce e ama comida picante. Eu sempre tiro bastante onda quando ela reclama de algo picante como: "Você reclamando de picante?".
Rashmi (Indiana) - Trabalha no mesmo complexo que eu. É a ex do meu folgado colega de apartamento. O cara enrolou ela pra caramba, mas enfim eles terminaram. Muitíssimo gente boa e me ajuda bastante. Já me emprestou a cozinha pra que eu fizesse o frango tailandês e me ajudou no mercado a comprar os vegetais todos. Tenho uma amizade muita boa com ela. Não temos nenhum interesse extra amizade e ela vive me cutucando porque ela fortemente suspeita que a Aditi é doida por mim. Eu realmente gosto da amizade dela. É alguém que ainda vai me ajudar muito, e tá sempre disposta pra me ajudar.
Fabrício (Peruano) - Muito gente boa, chegou na Índia no mesmo tempo que a Daniela e ela já tinha me falado que ele era um cara bom. Louco por futebol, tem uma namorada russa que parece uma criança, mas tem a minha idade. Eu gosto de sair com ele e agente tira muita onda, comenta das meninas, etc. de um jeito que me lembra muito o jeito brasileiro, afinal somos latino americanos! Tá aí pro que der e vier e ele me chama pros encontros com o povo da comunidade AISEC/ACE program, ele é como se fosse minha ponte pro pessoal.
Finalmente as Monsões estão acabando e parou de chover toda hora. Teve até céu azul! Acho que depois de eu ajustar mais algumas coisas que precisam ser ajustadas eu vou conseguir me adequar legal e passar esse ano tranquilo. O clima já está me ajudando bastante!
Bom, eu tenho mais algumas histórias pra contar de coisas que eu vi muito engraçadas, mas só serve eu contando ao vivo e imitando, então fica pra quando eu voltar. No mais, essa semana viajo pra Dehli! Vou visitar muitos lugares, tirar muitas fotos e ver meus grandes amigos Anderson, Daniela e Wolney. Um grande abraço pra todos vocês. Tenho conseguido aprender muita coisa extra computação aqui. Não é fácil, mas eu acho muito válido aprender ao mesmo tempo sobre certas coisas e isso ainda por cima ser com pessoas de todos os cantos do planeta, além desses indianos todos. Dia 29 faço três meses. Parece até um namoro esse meu relacionamento com a Índia não?
E não é que eu to virando um bom cozinheiro? Pois é! Altos indianos me dizem que minha esposa vai ser muito feliz. Eita povo que só pensa em casar hein? Enfim. Agora invés de me surpreender todo dia com uma comida nova (não tenho visto mais nada novo e enjoei enjoando de tudo ali), agora estou surpreendendo os indianos todo dia com minha comida brasileira. Só por exemplo, como o meu astral mudou completamente, assim que eu comi meu primeiro almoço de feijão, arroz e frango empanado, putz! É como se eu tivesse mudado de vida! Eu passei uns poucos dias comendo só arroz puro no almoço, aquilo não estava me fazendo bem.
Bom, vamos ao fim de semana o qual eu pulei e não escrevi nada ainda. A história interessante que tenho pra contar é que recebi na minha casa dois dos meus melhores amigos aqui (mais pra frente vou descrever pra vocês quem são esses meus melhores amigos aqui) o peruano Fabrício e o indiano Kishor. Este último trouxe uma garrafa de whisky pra agente beber. Tomamos umas cervejinhas aqui e um pouco desse whisky e fomos para uma boate. Lá encontramos todos os outros da nossa comunidade AISEC/ACE program. Foi muito divertido, tinha futebol passando na televisão (invés de cricket, graças a Deus!). Na volta ficamos no meu apartamento conversando muito eu, o Kishor, um amigo nosso do escritório (outro indiano), Wilmar, colobiano, Fabrício e Natália, colombiana. Discutimos e filosofamos altas coisas, até sobre nós latino-americanos que não sabemos uma vírgula dos termos católicos em inglês. Nenhum de nós não sabe nem como se reza em inglês. E é estranho por que na Bíblia eles usam termos de inglês arcaico e nem eu nem os outros latino-americanos fazemos ideia. Bom, rolou outras discussões interessantes, cada um com seu sotaque inglês diferente, mas todo mundo se entendendo!
Também estava com agente a namorada do meu colega de apartamento. Uma canadense negra que sonha em um dia ir na Bahia! Eu dei todo o apoio do mundo e disse pra ela que a Bahia é um lugar especial. Além de ser de onde minha mãe veio eu realmente gosto do astral daquela terra.
Fato que não devo deixar de acrescentar é a folga do meu colega de apartamento, o Tiburce, de Benin, África. Agente deixou a garrafa de whisky na mesa da sala e o cabra safado bebeu um bocadão e foi dormir, enquanto estávamos na rua! Pensem que eu fiquei barriado! E ele nem pediu desculpas pro indiano (aaah se fosse eu que tivesse pago pela garrafa eu ia dar a peste!). Muito folgado esse meu colega de apartamento.
Bom, na outra semana na sexta-feira fui pra uma boate acompanhando toda nossa turma AISEC/ACE program. Antes disso devo contar-lhes que temporariamente veio morar aqui uma menina da Polônia que arranha no português e fala espanhol perfeitamente! A Olga. Muito gente fina ela. Então na minha casa recebi além da minha nova colega de apartamento, a brasileira Amanda, que veio pra provar da minha macarronada e brigadeiro. Uma chicleteira de Vitória-ES que curte algumas músicas do Iron Maiden (vá entender!). Se bem que no meu notebook eu tenho Cazuza, White Snake, Júlio Nascimento, Helloween, Iron Maiden, Alceu Valença, assim, uma coisa totalmente haver com a outra (vá entender!). Recebi aqui além dela o Fabrício e o mexicano Marcos.
Enfim, foi bem legal e agente saiu de uma boate (porque eles já iam fechar, um pouco mais de meia-noite) pra outra. O engraçado foi ver altas indianas (boazinhas bagarai) em altas fantasias descendo do andar de cima. Provavelmente algum indiano riquinho tava fazendo uma festa a fantasia no andar de cima dessa boate.
No sábado à tarde fui pra Churchgate encontrar com o povo pra comprarmos os tickets do trem pra Goa. Um estado muito menor que Sergipe que fica ao sul de Maharashtra (esse estado aqui onde fica Mumbai). Vai rolar um feriadão e agente vai aproveitar pra ir lá, jogar bola, tomar cerveja a Rs. 30/- (R$1,00 e uns quebrados) e falar português! (Goa é um estado com altíssima influência portuguesa). Tá ótimo, vai ser muito massa.
Lá eu almocei com todo mundo e ainda comi um pouco de um hamburguer de carne (droga, quebrei minha promessa de não comer carne na Índia!). Lá também chegou mais um brasileiro do Rio de Janeiro pra se juntar à nossa comunidade AISEC/ACE program, estamos dominando isso aqui!
À noite saí com meu amigo indiano Kishor, ele trouxe de novo uma garrafa de whisky, dessa vez eu bolei um plano maligno de colocar Ice Tea com pimenta na garrafa vazia e largar pra ver se o folgado tomava, mas o indiano me convenceu a não fazer a brincadeira. É, ele tinha razão e eu deixei pra lá. Aí fomos com uma turma de indianos, até andei um pouco num Corolla playboy (digaí, nunca andei de Corolla playboy em Aracaju, mas na Índia né).
Eu fui até um clube com esses caras e foi assim, um dos caras que trabalham no meu escritório foi lá convencer o cara pra agente entrar sem mulher. Aqui clube tem uma história que você tem que entrar com mulher pra entrar de graça. Aí você pensa que é pra poder rolar a maior pegação lá dentro. Que nada! Fica um bando de indiano dançando igual leso e você não vê um raio de pessoa se pegando. Aí ele conseguiu botar agente pra dentro porque ele é amigo do gerente. Já dali fomos pra outro club e foi engraçado porque esse mesmo cara levou uma meia hora e nada de conseguir botar agente pra dentro. Aí eu já tava todo me achando né, cheguei e me meti na conversa. "Amigo, eu to aqui, meus amigos e eu queremos entrar pra tomar nossa cerveja, vamos gastar algum dinheiro, vai ser bom pro clube, é mais vantagem pra vocês deixar agente entrar", coisas do tipo, ele me respondeu que precisa ter 25 anos pra beber no clube, aí eu respondi "Você acha que alguém no meio dessa multidão vai parar pra olhar meu passaporte? Por favor!". Num foi nem 5 minutos de papo furado com o segurança e ele botou agente pra dentro. Ué, eu só fiz mandar o naipe sincero! Bom depois fui terminar a noite na casa dos caras comer salgadinho picante e tomar só mais um pouquinho de Kingfisher que ninguém é de ferro né.
Pessoal, agora parte atemporal. Vou lhes contar quem são os meus amigos mais próximos aqui, os indianos e os estrangeiros. Além dos brasileiros Eliabe e Amanda.
Kishor (Indiano) - Trabalha no mesmo complexo que eu, no projeto da Siemens. Muito gente fina, só é meio gago no inglês, mas é brother. Gosta de se divertir comigo e já estamos armando altos esquemas pros fins de semana. O que eu gosto nele é que ele parece ter o sexto sentido bem aguçado. A frase favorita dele quando vai falar comigo é "do one thing: ..." (faça isso:). Ele fala isso direto.
Nikhil (Indiano) - Trabalha no mesmo complexo que eu, pega o mesmo ônibus e faz academia comigo. Já foi no Brasil, volta e meia tá com a camisa da seleção e é muito gente boa. Tá aí pra me ajudar no que der e vier e todo dia eu converso com ele na volta no ônibus. Já falei do Brasil com ele até enjoar.
Aditi (Indiana) - Trabalha no mesmo escritório que eu, Chrysler. Muito gente boa, é minha companhia no almoço junto com alguns outros colegas e me ajuda muito. Ela anda muito comigo no dia a dia, além de pegar o mesmo ônibus que eu. Odeia doce e ama comida picante. Eu sempre tiro bastante onda quando ela reclama de algo picante como: "Você reclamando de picante?".
Rashmi (Indiana) - Trabalha no mesmo complexo que eu. É a ex do meu folgado colega de apartamento. O cara enrolou ela pra caramba, mas enfim eles terminaram. Muitíssimo gente boa e me ajuda bastante. Já me emprestou a cozinha pra que eu fizesse o frango tailandês e me ajudou no mercado a comprar os vegetais todos. Tenho uma amizade muita boa com ela. Não temos nenhum interesse extra amizade e ela vive me cutucando porque ela fortemente suspeita que a Aditi é doida por mim. Eu realmente gosto da amizade dela. É alguém que ainda vai me ajudar muito, e tá sempre disposta pra me ajudar.
Fabrício (Peruano) - Muito gente boa, chegou na Índia no mesmo tempo que a Daniela e ela já tinha me falado que ele era um cara bom. Louco por futebol, tem uma namorada russa que parece uma criança, mas tem a minha idade. Eu gosto de sair com ele e agente tira muita onda, comenta das meninas, etc. de um jeito que me lembra muito o jeito brasileiro, afinal somos latino americanos! Tá aí pro que der e vier e ele me chama pros encontros com o povo da comunidade AISEC/ACE program, ele é como se fosse minha ponte pro pessoal.
Finalmente as Monsões estão acabando e parou de chover toda hora. Teve até céu azul! Acho que depois de eu ajustar mais algumas coisas que precisam ser ajustadas eu vou conseguir me adequar legal e passar esse ano tranquilo. O clima já está me ajudando bastante!
Bom, eu tenho mais algumas histórias pra contar de coisas que eu vi muito engraçadas, mas só serve eu contando ao vivo e imitando, então fica pra quando eu voltar. No mais, essa semana viajo pra Dehli! Vou visitar muitos lugares, tirar muitas fotos e ver meus grandes amigos Anderson, Daniela e Wolney. Um grande abraço pra todos vocês. Tenho conseguido aprender muita coisa extra computação aqui. Não é fácil, mas eu acho muito válido aprender ao mesmo tempo sobre certas coisas e isso ainda por cima ser com pessoas de todos os cantos do planeta, além desses indianos todos. Dia 29 faço três meses. Parece até um namoro esse meu relacionamento com a Índia não?

